Tailgunner - Midnight Blitz (2026) UK

O segundo álbum dos britânicos Tailgunner, intitulado Midnight Blitz, foi lançado em fevereiro de 2026 e consolidou a banda como a grande força motriz da New Wave of Traditional Heavy Metal (NWOTHM) no Reino Unido. Produzido pela lenda K.K. Downing (ex-Judas Priest), o disco é uma celebração pura e sem remorsos do heavy metal clássico.

O Som: Metal Britânico de "Sangue Azul"

Os Tailgunner não tentam reinventar a roda; eles tentam fazê-la girar o mais rápido possível. O som é uma mistura explosiva de Iron Maiden (era Killers e Number of the Beast), Judas Priest e o Speed Metal melódico dos Helloween. A produção de K.K. Downing conferiu ao álbum uma crueza autêntica, fugindo das produções digitais excessivamente polidas que dominam o género hoje em dia.

  • Craig Cairns (Vocais): Descrito como o coração da banda, Cairns entrega uma performance vocal poderosa, com agudos que lembram os melhores momentos de Bruce Dickinson e Rob Halford.

  • Ataque de Guitarras Gémeas: A química entre Zach Salvini e a nova recruta Rhea Thompson é o ponto alto instrumental, com harmonias rápidas e solos que "rasgam" as colunas.

Destaques das Faixas

  • "Midnight Blitz": A faixa de abertura começa com uma sirene de ataque aéreo e estabelece o tom do álbum. É metal "pé no fundo", galopante e desenhado para ser um hino de concertos.

  • "Tears In Rain": Uma faixa que diminui ligeiramente o ritmo, mas mantém a intensidade melódica. O crítico destaca que, embora soe familiar, a execução é tão perfeita que se torna reconfortante.

  • "Follow Me In Death": Destaca a bateria de Eddie Mariotti, que soa como "fogo de artilharia", impulsionando o ataque das guitarras.

  • "War In Heaven": O momento mais surpreendente do disco. É uma power ballad épica que introduz sintetizadores tocados por Adam Wakeman (Ozzy Osbourne, Black Sabbath). Mostra uma versatilidade que a banda não havia explorado no álbum de estreia.

  • "Eulogy": O encerramento monumental que soa como uma versão mais contida (mas ainda épica) de DragonForce, fechando o álbum com classe.

O Veredito Final

Para mim, este não é um exercício de nostalgia ou ironia; é o "negócio real". A crítica enfatiza que, enquanto os deuses do metal originais se aproximam da reforma, bandas como os Tailgunner são essenciais para manter o género vivo e relevante.

O álbum é descrito como "brilhante", "vivido" e "tocado como se a vida deles dependesse disso". Se o primeiro álbum foi o cartão de visita, Midnight Blitz é a conquista definitiva.

Nota Sugerida: Aproximadamente 9/10

Destaques: "Midnight Blitz", "War In Heaven", "Barren Lands And Seas Of Red". Recomendado para: Fãs de Iron Maiden, Judas Priest, Enforcer e qualquer pessoa que acredite que o Heavy Metal deve ser tocado com "punhos no ar".


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Temas:

1. Midnight Blitz
2. Tears In Rain
3. Follow Me In Death
4. Dead Until Dark
5. Barren Lands And Seas Of Red
6. War In Heaven
7. Blood Sacrifice
8. Night Raids
9. Eye Of The Storm
10. Eulogy

Banda:

Craig Cairns – Vocals
Rhea Thompson – Lead Guitar
Zach Salvini – Lead Guitar
Bones – Bass Guitar
Eddie Mariotti – Drums


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